Personagem do sonho baiano que chegou da China para entrar na história da cidade
Tasso Franco , da redação em Salvador |
21/04/2026 às 17:44
Sum Sun e a filha jornalista
Foto: REP
Salvador tem uns fatos que se acredita ser sonhos, mas, integram a realidade da cidade. A morte do fotógrafo chinês Ng Cheuk Sun, conhecido como Sun Sun, na última segunda-feira (20), onde construiu uma trajetória marcante na documentação da vida social é é um dessss sonhos.
Conheci Sun Sun quando ele não falava nada de português e no meio jornalíticos quando July, de A Tarde, e Sylvia Maria, na Tribuna, eram as tops do colunismo social de Salvador. Eis que apareceu este personagem que ninguém sabia donde ele era (salvo que era chinês) nos eventos sociais e sociais e politicos, fotografando. Ele pedia as pessoas que se juntassem (falando com as mãos) e fotografava.
Disputava com Valtério Pacheco e Kin Kin espaços na arte de fotografar eventos sociais. Confesso, também, que nunca soube seu nome de batismo Ng Cheuk Sun e todo mundo só chama de Sun Sun. Não foi pioneiro nesse campo do registro dos eventos sociais tivemos outros mais antigos lembrando que A Tarde tem mais de 100 anos de existência e Salvador foi sede de outros jornais até mais antigos.
Sun Sun começou a despontar nos anos 1980/1990 e deixa três filhos: administrador King Wah, o empresário e designer King Hung e a jornalista e atriz Yin Yee Carneiro, com quem mantinha uma parceria profissional, além da relação familiar.
Sun Sun era presença constante em festas, casamentos e solenidades, trabalhou em conjunto com sua filha, a jornalista e colunista Yin Yee Carneiro. Juntos, mantiveram a Revista Sun Sun Flash e publicaram o livro “De Pai Para Filha: O Segredo Do Sucesso Da Dupla Dinâmica Da Bahia!”.