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CHAPÉU FAZ A CABEÇA DA BAIANADA NESTE VERÃO E MULHERES ADERIRAM DE VEZ

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| 31/01/2012 às 14:13
Modelito de quadrinhos com aba pequena é um dos mais usados pelas mulheres
Foto: BJÁ

  Pegou geral: o chapéu, especialmente aquele da abinha curta, tomou conta do verão em Salvador e está sendo usado nas praias, nas ruas, nas festas do pré-Carnaval, nas lavagens, e vendido em todos os pontos da cidade, a preços que variam de R$10,00 a R$200,00 dependendo da grife.

  Os ambulantes estão com estoques variados vendendo em todas as praias da capital e nas lojas dos shoppings os chapéus estão em alta neste verão. Para Graça Regina, uma jovem que circulava no Porto da Barra com seu chapéu estiloso de quadros, "se está todo mundo usando eu aderi a moda e acho legal, bonito", disse ao BJÁ.
 
  Adeus às viseiras e aos bonés com anúncios publicitários. o chapéu tomou conta das areias do litoral baiano e, assim como o protetor solar, virou acessório indispensável para as mulheres.


  Dos mais básicos -feitos de palha -aos mais elaborados -com aplicações e mistura de tecidos-, os chapéus combinam funcionalidade e estilo.


  "Além de protegerem o rosto, o pescoço e os ombros dos raios solares, repaginam o visual", diz a consultora de moda Fernanda Resende, do site oficinadeestilo.com.br.

Os modelos mais comuns são panamá, fedora e "floppy". O primeiro é branco, com uma faixa preta na base e todo de palha. Já o fedora, tem abas menores que a do panamá e é confeccionado, geralmente, com feltro.


  Além do material de que é feito não poder esquentar a cabeça, é importante saber alternar as texturas do chapéu com as do traje de banho.


  "Chapéus de palha são mais fáceis de usar. São como um jeans, básicos e eficientes. Os modelos 'floppy' [de abas largas e moles], por exemplo, podem ser customizados com lenços coloridos", diz a especialista.

  Preferido de celebridades como a cantora Jennifer Lopez e a atriz Vanessa Hudgens, o "floppy" é o modelo mais democrático, comum tanto à beira da piscina quanto do mar. Hit dos anos 1950 e 1960, ainda é bastante usado por socialites que frequentam os balneários europeus.