O secretário municipal de Trânsito e Transporte Abraão Reis apresentou as definições que poderão melhor fluidez do tráfego na via após as mudanças. As novas regras já são do conhecimento dos comerciantes que assinaram o TAC (Termo de Ajuste de Conduta), que institui horário para carga e descarga das 22h às 6h e a proibição de estacionamento ao longo do meio fio. Adiantou ainda que está em fase de finalização os estudos para a criação da zona azul que proibirá o estacionamento nas vias de Buraquinho, Ipitanga e Centro.
A transversal Brigadeiro Alberto Costa Matos (rua da Insinuante) será mão única no sentido Estrada do Coco/Luiz Tarquínio e a André R. da Fonte (em frente a entrada principal de Vilas) faz o sentido contrário até a bifurcação com a Clemerson R da Fonte, quando passa a mão dupla. A Rua Leonardo da Silva, que teve sua entrada alargada com a cessão de um pedaço do terreno da esquina, volta a ser mão dupla. "Estamos buscando alternativas para minimizar os problemas anteriores", afirmou a prefeita Moema Gramacho.
As obras de engenharia civil, como o recorte de canteiros, pintura e reformulação de linhas e faixas, e a relocação e implantação de placas estão sendo finalizadas. A sinalização horizontal e vertical serão colocadas na madrugada do dia 16.
A Coelba deve concluir, esta semana, a relocação dos postes ao longo da artéria.
Desde 2005 a alteração no trânsito da Luiz Tarquínio Pontes vinha sendo solicitada à administração municipal por moradores de Vilas do Atlântico e alguns comerciantes que se sentiam prejudicados pelos engarrafamentos constantes, com reflexo em toda a região.
O retorno a mão dupla atende decisão tomada em audiência pública com a comunidade, da mesma forma que a transformação em mão única, no final do ano passado, foi precedida de debates com a população.
TERMINAL RODOVIÁRIO
Outro desejo do bairro de Vilas do Atlântico é por fim a Estação Rodoviária que a Prefeitura permitiu instalar embaixo de uma amendoeira no final de linha da Avenida Nossa Senhora de Copacabana e que só atende a empresários de Salvador. Uma atitude tão absurda num balneário, à beira do Rio Sapato, que já levou os moradores a fazer manifestações solicitando que o terminal seja feito na Estrada do Coco e não em Vilas.