Segundo a secretária de Assistência Social, Tatiana Andrade, o Programa teve mais de 10 mil inscritos em todo o município e graças ao empenho do prefeito, foi conquistado um número significativo de moradias. "Sabemos da necessidade das pessoas que se inscreveram e buscamos, dentro de um processo justo e organizado de seleção, beneficiar o maior número de famílias possível. Demos o primeiro passo para que outros programas habitacionais sejam aprovados no município", afirma a secretária.
As mais de 2 mil unidades habitacionais do Programa estão divididas entre as 488 casas tipo Village, do Barreiro, as 488 unidades do Residencial Bom Viver I, também no Barreiro, o residencial Nulce Pereira Gonçalves, com 540 unidades na Rua do Catu e o Residencial Vila de São Pedro, fases II e III, no Mangalô, com 500 e 288 unidades respectivamente.
Desenvolvimento econômico
Além de combater o déficit habitacional na cidade, o programa gerou empregos diretos, só no período de construção dos três primeiros conjuntos, além de movimentar o comércio local, principalmente o da construção civil. "Essa é a marca da nossa administração. Fomos rápidos ao nos inscrever no programa e conseguimos mais de duas mil unidades. E este é apenas o começo de outros empreendimentos", afirma entusiasmado o prefeito Paulo Cezar.
Todas as listas dos contemplados pelo Programa se encontram disponíveis na Secretaria de Assistência Social - SEMAS e as listagens mais recentes, do Bom Viver I, no Barreiro, continuam disponíveis também na sede da Prefeitura, na entrada principal e na subida do Salão Verde, além de estar também fixada na Caixa Econômica Federal. Os contemplados devem comparecer à Secretaria das 7h às 12h e das 14h às 17h, levando os seguintes documentos: cópia e original do RG e CPF, certidão de nascimento, certidão de casamento ou certidão de separação/divórcio. Caso a documentação não seja apresentada no período estipulado pela instituição, a família selecionada estará sujeita a perder direito ao benefício
O Programa do Governo Federal, executado através dos governos estaduais e municipais, atende famílias que tenham uma renda familiar de 0 a 3 salários mínimos e que não possuam imóvel, sejam moradores de bairros considerados vulneráveis, habitando em áreas de risco, como encostas e invasões.