Panplona abra o olho para não descaracterizar a sua festa popular mais querida
Tasso Franco , Pamplona |
11/07/2026 às 17:38
Uma quantidade imensa de produtos falsificados é
Foto: BJÁ
Tal como aconteceu em Salvador durante o Carnaval, os produtos chineses dominam as vendas dos adereços na Festa de San Fermin, Pamplona, Espanha, aproveitando o grande número de pessoas que comparecem à festa todos os dias de 6 até 14 julho, com uma quantidade enorme de imigrantes da Africa, Peru e Bolivia vendendo desde os panuelos para pescoços, as cintas, chapéus, camisas e mais tênis falsificados e bolsas de gripe clonadas.
Isso tem provocado um prejuizo enorme ao comércio formal de Pamplona e os comerciantes estão revoltados com essa permissividade do governo local. Nada desses produtos - todos de baixa qualidade, porém, com marcas de grife - é fabricado na Espanha e sim na China, Vietinã e Tailândia (os que vi) com preços mais baixos do que no comércio formal. Uma cinta vermelha muita usada pelos "fermines" que numa loja custa 15 euros no camelô é vendido por 5 euros e uma boina vermelha que na loja vale 22 euros no camelô é 12 euros e 10 euros.
A Policia não reprime os ambulantes e nesta época do ano, na festa, é praticamente impossível fazer isso porque são centenas de imigrantes e milhares de produtos. Só num corredor (vide foto) na Praça dos Touros contei mais de 1000 camisas falsificadas que são vendidas (cada uma delas) a 30 euros. Numa loja, uma camisa da seleção da Espanha (propaganda com asssinatura de Yamal) custa 150 euros e no camelô 30 euros.
Pamplona abra o olho, pois, esse fenômeno aontece no Carnaval de Salvador onde tudo vem da China e não se vende nem mais um apito baiano (TF)