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O Projeto Guardiãs do Mar, reconhecido nacionalmente por sua atuação socioambiental, cultural e inclusiva, anuncia sua retomada no primeiro semestre de 2026 com uma nova etapa de iniciativas focadas em sustentabilidade, economia circular e educação ambiental, integrando arte e impacto social em três regiões estratégicas do país: São Paulo, Santos e Pernambuco.
Idealizado por Patricia Almeida, o projeto retorna em um momento crítico para os oceanos, enquanto a poluição plástica, impulsionada pela gestão inadequada de resíduos, continua gerando impactos ambientais e sociais significativos no país.
A nova etapa tem como foco a realização de uma grande campanha de mobilização para a conscientização, coleta e transformação de plásticos, combinando educação, cultura, engajamento comunitário e práticas de reuso criativo.
Em São Paulo, o Centro Universitário Belas Artes será o ponto inicial de coleta, mobilizando estudantes, famílias, professores, comunidades, catadores, cooperativas do entorno e o público em geral para alcançar um volume expressivo de plástico reciclável.
A iniciativa também será estendida a escolas públicas, comunidades e instituições parceiras em Santos e Pernambuco, ampliando o alcance territorial e o impacto social do projeto.
Após a etapa de mobilização e coleta, o projeto destinará parte do PET coletado para a Reciclagem Industrial, enquanto o material restante será a matéria prima para uma oficina prática promovida pelo Guardiãs do Mar que culminará na transformação dos plásticos coletados em uma obra de arte e instrumento musical, reforçando os princípios da economia circular e a valorização criativa dos resíduos.
Toda a jornada será documentada por meio de registros fotográficos e audiovisuais, resultando em um documentário final que retratará o impacto ambiental, educacional e cultural gerado pelas ações.
“O projeto Guardiãs do Mar nasceu da urgência de repensarmos nossa relação integrada com os oceanos. O lixo não respeita fronteiras — ele é distribuído globalmente pelas correntes marítimas. Retomar o projeto em 2026, especialmente em regiões como Santos, que enfrenta altos índices de contaminação por resíduos plásticos, é um chamado à ação coletiva. Nosso propósito é transformar informação em atitude, resíduos em educação, arte e impacto positivo”, afirma Patricia Almeida, fundadora do projeto.
Com apoio institucional da Belas Artes e patrocínio da Indorama, o projeto consolida seu papel estratégico no fortalecimento dos meios de implementação e das parcerias globais voltadas ao desenvolvimento sustentável.
A retomada do projeto reafirma seu compromisso de mobilizar pessoas, revelar talentos e gerar parcerias com instituições públicas e privadas em torno de um futuro mais consciente, colaborativo e sustentável, no qual cultura, educação, reciclagem e meio ambiente caminham juntos. |