"A gente entende que a cirurgia tem um risco e que o caso foi inerente ao risco da cirurgia", afirmou o responsável técnico, Paulo Sanches. De acordo com ele, Regiane não apresentou problemas de saúde que impedissem a lipoaspiração. "Ela era uma paciente saudável. Todos os exames pré-operatórios foram feitos e não apresentaram problemas", disse.
Quanto à causa da morte da paciente, Sanches afirma que a clínica vai esperar o laudo do IML para se posicionar. Contudo, o responsável disse que todos os procedimentos, que foram possíveis, para reanimar a vítima foram executados.