Salvador

O FINAL DO ANO NO CENTRO HISTÓRICO E OS CADEADOS DA LARANJEIRAS (TF)

A exploração do estacionamento da Baixa dos Sapateiros é vergonha e cobra FR$40,00 por veiculo nesta época do ano
Tasso Franco , da redação em Salvador | 31/12/2025 às 19:27
Seis cadeados e avisos de alarme nesta casa na Rua Alaide do Feijão (Laranjeiras)
Foto:
  Passei ontem na antiga rua Laranjeiras no Pelourinho que liga o estacionamento da Baixa dos Sapateiros, onde deixei o veiculo, para ir ao centro ver a movimentação da virada do ano, saborear uns petiscos no Cuco e apreciar a decoração da Misericórdia e da Rua Direita do Palácio, por sinal, muito bonitoras, sonorizadas. Também passei no Cravinho. Minha sogra queria experimentar essa bebida do colk baiano e assim o fez.

  O centro está uma festa apesar do abandono em que vive áreas do Pelourinho, a falta de segurança, ausência de investimentos de porte e fuga de empreendedores. Na Laranjeiras (hoje, Aladide do Feijão) restaurantes que antes fucnionavam fecharam as portas e o empreendedor da maniçoba de Santo Amaro é um heroi resistente.

   O estacionamento da Baixa dos Sapateiros que é explorado por uma empresa da iniciativa privada é vergonhoso. O sanitário cheio de cocô, não há um agente de segurança nem na saida; nem na entrada. O preço cobrado para essa época é R$40,00 taxa única, para 5 minutos ou o tempo que quiser. A saída para Laranjeiras uma imundicie e o portão de entrada está quebrado. Até o portão de passagem de veiculos da saida está quebrado. O atendente usa uma manivela para abrir.

   É uma coisa assustadora. Voltei às 22h30 min para pegar o veiculo só me restou olhar para os lados, orar e nada mais. Não tinha vivalma em proteção de segurança. Na Laranjeiras, 22h, nada mais funcionava tudo fechado com cadeados (vide foto) e avisos de alarme. O Mata Mouros fechado. As 22h, o Cuco também fechou. 

   Há um esforço enorme em melhorar o atendimento turístico em Salvador, mas, pelo visto, ainda está muito a desejar. Oremos, pois, 2026 cghegando e não há sinais de mudança. Voltaremos ao local em bvreve, de dia, pois, à noite dá medo. (TF)