Política

ESPANHA ENFRENTA 2 GRAVES PROBLEMAS NO VERÃO: QUEIMADAS E IMIGRANTES

Salvador capital afro é uma grande bobagem que a Prefeitura está adotando com viés idelogizado da esquerda ancestral
Tasso Franco , da redação em Salvador | 15/08/2026 às 09:16
Forças policiais do Marrocos teriam impedido notva invasão
Foto: EFE

A Espanha enfrenta dois problemas de grande gravidade neste verão que são a seca e queimadas em várias províncias e a crise migratória de africanos em Ceuta, a primeira invasão de 80.000 marroquinos se deu há 15 dias, e, hoje, as policias do Marrocos e da Espanha aumentaram os efetivos em homens e armas e foi abortada uma nova invasão. A situação é gravíssima, o governo do premier Pedro Sanches (Espanha) está encurralado e questionado pelas forças da oposição, especialmente o PP, e ninguém sabe exatamente o que vai acontecer.

    A pergunta que se faz mais consequente, no momento, é se esse aparato policial vai conseguir impedir nova invasão e até quando ele ficará nos dois lados das fronteiras de Ceuta e Marrocos. A imprensa espanhola dá grande destaque e faz ampla cobertura do que chama "Crise Migratória de Ceuta" e o governo do PSOE, de Pedro Sanches, que tem defendido uma política de aceitação aos imigrantes já enviou para Ceuta ministros e outras autoridades para acompanhar o caso e adotar algumas providências, especialmente, no amparo a quem já invadiu e está no território espanhol.

  Só de crianças menores de 13 anos são 1.340 e há uma quantidade imensa de adolescentes. Neste sábado, segundo El Farol, jornal de Ceuta, as forças de segurança marroquinas frustraram uma tentativa de centenas de migrantes — a maioria da África Subsaariana — de cruzar irregularmente para Ceuta; o grupo estava escondido nos arredores de Castillejos.

    Segundo fontes de segurança marroquinas ouvidas pela agência EFE, o incidente ocorreu em uma área montanhosa nos arredores de Castillejos, a sudoeste de Ceuta, antes mesmo de os migrantes se aproximarem da cidade autônoma.

Mobilização policial em Castillejos

As mesmas fontes informaram que agentes marroquinos dispersaram os migrantes, que permanecem na região. Enquanto isso, o centro de Castillejos estava tranquilo ao amanhecer, embora uma presença policial significativa fosse mantida no local.

Pontos de controle estão sendo mantidos nas principais vias de acesso a Castillejos, especialmente nas que vêm de Tetuão e Tânger. Marrocos impede a entrada de centenas de migrantes subsaarianos em Ceuta

Policiais, agentes da Guarda Civil e militares garantem a segurança nos arredores da passagem de El Tarajal (Ceuta) | Calmaria na fronteira de Melilla, apesar do efetivo policial maior do que o habitual

  O El País - mais importante jornal da Espanha - destaca que, "nunca antes de 30 de julho Ceuta havia enfrentado uma crise migratória dessa magnitude. A entrada de 80.000 pessoas vindas do Marrocos, atravessando a nado o quebra-mar de El Tarajal, segundo as últimas estimativas do governo, colocou a cidade em situação crítica".

  A QUESTÃO POLITICA

  EL FARO

    No sábado, o Vox Ceuta fez uma proposta política direta ao Partido Popular para formar um governo de coalizão na Cidade Autônoma, visando enfrentar a crise desencadeada pela entrada em massa de migrantes pela fronteira de Tarajal.

Em uma coletiva de imprensa convocada em caráter de urgência, o presidente do partido em Ceuta, Juan Sergio Redondo, argumentou que a situação atual da cidade exige uma mudança de rumo político; ele instou o presidente da cidade, Juan Vivas, a romper seus acordos com o PSOE e o MDyC para formar uma nova maioria ao lado do Vox.

Redondo justificou a proposta citando declarações feitas pelo próprio Vivas nos últimos dias, nas quais ele descreveu a situação em Ceuta como uma "invasão", um "ataque" e uma violação da integridade territorial da Espanha.

O líder do Vox argumentou que, se o presidente da cidade considera insuficiente a resposta dada pelo governo de Pedro Sánchez, ele deve agir em conformidade e distanciar-se politicamente daqueles que, em sua visão, sustentam tais políticas.

ALERTA PARA 

SALVADOR CAPITAL AFRO

A imigração de africanos para a Europa - especialmente Espanha e Itália diante da proximidade das fronteiras - é um problema de alta gravidade que o continente europeu teme. Além disso, há imigrantes da Índia, de países da Ásia especialmente Afeganistão, Paquistão, etc - da China (muitos investidores), da Síria, etc, numa dimensão imensa. 

Em Bilbao, onde me encontro, a maioria dos imigrantes são do Senegal e quase todos vivem na clandestinidade e vendendo camisas de times de futebol e bolsas e tênis falsificados nas ruas, e há uma "guerra" permanente entre eles e a Policia.

A África é uma bomba relógio. A invasão dos marroquinos em Ceuta mostrou que eles não querem de forma alguma retornarem aos seus países, Marrocos e a Africa subsaariana porque não há empregos, formação técnica, etc, e é preferível "Fazer qualquer coisa" na Espanha, como fala, do que morar (sobreviver) na África.

  Salvador insiste em adotar o slogan de "Capital Afro" o que representa uma postura da leitura esquerdista ancestral, mas, sem o menor sentido no mundo contemporâneo. Nem ninguém de Salvador quer ir morar na África nem quem está bem estabelecido na Africa deseja conhecer Salvador. Os ricos africanos e os bem estabelecidos fazem turismo na Europa e na Ásia e não na Bahia. 

  O maior contingente de baianos e se quiserem podem classificá-los de afrobaianos migraram para os EUA, Reino Unido e Portugal. (TF)