O velório do professor está programado para este domingo (21), a partir das 14h, no Cemitério Memorial Vale da Saudade, localizado em Candeias, também na Região Metropolitana de Salvador.
Tasso Franco , Salvador |
21/06/2026 às 10:59
Genilson Moura Rocha, 59 anos de idade
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Acomunidade de Barra de Pojuca, distrito do município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, perdeu neste sábado (20) um de seus educadores mais queridos. Genilson Moura Rocha, amplamente conhecido pelo apelido de "Professor Aloprado", faleceu aos 59 anos, deixando familiares, amigos e ex-alunos em luto.
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A notícia foi divulgada pelo filho de Genilson, Thalles Lima, por meio de uma rede social. A publicação rapidamente gerou comoção, com centenas de mensagens de pesar de pessoas que passaram pelos bancos de escola e tiveram o professor como referência.
Nos dias que antecederam a morte, familiares e amigos chegaram a divulgar nas redes um pedido de regulação para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), após a internação do educador. A situação já havia mobilizado a comunidade local, que acompanhou de perto a batalha pela saúde do professor.
Nos comentários da publicação que comunicou o falecimento, ex-alunos descreveram Genilson como "brincalhão, mas exigente" — um equilíbrio que parece ter marcado a trajetória dele em sala de aula. Segundo relatos divulgados nas redes sociais, o professor ia além do conteúdo das disciplinas: estimulava o pensamento crítico, o debate e a curiosidade intelectual dos estudantes.
A repercussão nas redes sociais evidenciou o quanto Genilson Moura Rocha era mais do que um nome na grade curricular. Para muitos, ele representou um modelo de educador comprometido com a formação integral dos jovens de Barra de Pojuca e arredores.
O velório do professor está programado para este domingo (21), a partir das 14h, no Cemitério Memorial Vale da Saudade, localizado em Candeias, também na Região Metropolitana de Salvador. Familiares e amigos são esperados para a despedida final.
A morte de Genilson reacende o debate sobre a importância dos educadores nas comunidades do interior e da periferia baiana — professores que, muitas vezes sem reconhecimento formal, deixam marcas profundas nas vidas de seus alunos por décadas.