Eden elogia Wagner e acredita na reeleição de Lula e diz que trabalha por Jerônimo
Tasso Franco , da redação em Salvador |
11/02/2026 às 11:42
Ede Valadares
Foto:
O secretário de Comunicação Nacional do Partido dos Trabalhadores, Éden Valadares, afastou qualquer possibilidade sobre as especulações da troca da chapa majoritária na Bahia e sobre a tentativa de o presidente Lula tentar seu quarto mandato. Em entrevista à TV Band, Éden reafirmou que Jerônimo e Lula serão candidatos à reeleição ao Governo da Bahia e à Presidência da República, respectivamente, e garantiu que a saíde do senador Ângelo Coronel do grupo governista é assunto encerrado.
“Essa história de Lula estar preocupado com o palanque na Bahia e a troca é suposta história, é suposta a preocupação. Não há a menor possibilidade de a gente trocar Lula ou Jerônimo como candidatos à reeleição. Isso é prego batido e invertido há muito tempo e nós estamos trabalhando pela reeleição do governador Jerônimo, temos muita confiança na condução dele, na reeleição dele, como temos muita confiança na condução e na reeleição do presidente Lula”, destacou.
Sobre os elogios que o presidente Lula fez, no aniversário de 46 anos do partido, em Salvador, ao senador Jaques Wagner na Bahia, Éden explicou que o presidente estava se referindo a todo o partido no estado. “O que ele quer dizer é que Wagner é o PT na Bahia, ele tá falando que é a condução da gente aqui, e o presidente Lula diz isso sempre”, afirmou o secretário de Comunicação. “Então assim, não é salto alto, é porque quem está aqui somos nós, é o governador Jerônimo, o senador Wagner, o senador Otto Alencar. E insisto, a possibilidade de troca é zero. E Coronel, na minha opinião, é jornal de ontem, assunto superado. Coronel, para nós hoje, é pauta da oposição”, ressaltou.
O secretário de Comunicação do PT acrescentou que o grupo não se baseia em pesquisas de intenções de voto, já que as últimas pesquisas nas eleições para o Governo da Bahia erraram os resultados. “Segundo, é que pesquisa nunca balizou a nossa ação do PT da Bahia, seja para escolher candidato, seja para disputar. Se pesquisa balizasse, o candidato não teria sido Rui Costa em 2014, talvez tivesse sido o José Gabrielli. Talvez tivesse sido o Caetano, talvez tivesse sido Moema, e o escolhido foi Jerônimo Rodrigues em 2022. Então, assim, quando argumentam que a gente está preocupado com pesquisa, se tem um