Vigilantes: 60% do pessoal servem aos órgãos do Estado da Bahia
Tasso Franco , da redação em Salvador |
06/06/2017 às 18:06
Desde 2015, o governo não repactua contratos com empresas
Foto: BJÁ
O deputado estadual Luciano Ribeiro (DEM) denunciou na tribuna da Assembleia Legislativa nesta terça-feira, 6, que a greve dos vigilantes ainda não foi resolvida porque o governo do Estado detém 60% do pessoal contratado para vigilância e não repactua os contrtatos com as empresas desde 2015.
"A situação é muito grave para os trabalhadors e também para as empresas prestadoras de serviços terceirizadas ao Estadxo que estão se quebrando", frisou.
Segundo o deputado, pela Lei Anti-Calote protagonizada pela petista Maria Del Carmen, o Estado recolhe das empresas um DX nos contratos para vigilantes, dinheiro que serviria como um fundo de garantia e seria usado em caso de necessidade, exatamente em demissões, pagamentos de idenizações, etc, mas, "ninguém sabe para onde vai este dinheiro", frisou o parlamentar.
E o que é mais grave, o Estado não repactua os contratos desde 2015, o dinheiro (percentual do repesse descontado às empresas) que serviria de garantia aos trabalhadores, ninguém sabe informar onde se encontra, "e as empresas não têm como dar reajuste salarial aos vigiantes, pois, também não há repactuação dos contratos desde 2015 e as empresas estão praticamente quebradas".
O parlamentar destacou que o assunto é muito grave, há um omissão do Estado em relação ao roblema e só tende a se agravar, pois, além de vigilantes há outras categorias com contratos terceirizado e só na eduação aão 11.000 pessoas nessa situação", completou.