quarta-feira, 12 de agosto de 2020
Colunistas / Crônicas de Copacabana
Nara Franco
CRÔNICAS DE COPACABANA: ADIR BLANC, O VASCAINO

Nara Franco é jornalista e vascaina

Perto da pandemia, longe do pandemônio

Copacabana parou. Meu mundo está deserto, isolado, silencioso e calmo. Não sei se longe da pandemia, mas ao menos do pandemônio.

VELHINHOS LIGARAM O F*DA-SE

O senso de coletividade também se mostra ausente quando este senhor bravateiro leva para sua família o vírus ou a possibilidade de contágio

O VERÃO DESTAQUE DE NITERÓI

Para fechar com chave de ouro o período, Niterói ainda levou o título do carnaval carioca com o belíssimo desfile da escola de samba Viradouro.

Na Bahia é São Jorge, Rio, São Sebastião

Os franceses tinham o apoio dos índios, que sempre que podiam botavam os portugueses para correr.

O gurufim e a Pequena África

Bebemos o morto na Praça São Salvador, a República Lulista-Freixista-Esquerdopata carioca, que estava em êxtase com a soltura de Lula.

De volta ao Rock in Rio

Quebrei uma promessa de muitos anos de nunca mais ir a megashows e parti para a Cidade do Rock.

Crônicas de Copacabana: o mundo das Senhoras dos Absurdos

O problema hoje no Brasil e, especialmente no Rio de Janeiro, é que as Senhoras dos Absurdos se tornaram presidente, governador e prefeito.

O alvirubro suburbano de Castor

Nara Franco é jornalista

Crime do momento rouba a cena

Parece surrealismo, mas, são reais, casos verídicos

Crônicas de Copacabana: carne de sol da Chiquita

Ainda que o verão carioca seja eterno, uma comidinha dessas dá a sensação de estar em casa de fato e de direito.

Resistir como Alfredinho do boteco Bip-Bip

Dono de um dos botecos mais estimados do Rio pela boa música

Rio, uma cidade cansada e triste

Quando a tragédia acontece no quintal da sua casa, a dor parece mais intensa.

No Rio Surreal, lixeira vira freezer

A empresa Comlurb desenvolve uma série de atividade de reciclagem e conscientização que não chegam ao grande público.

A moda é ir à praia à noite

Os argentinos estão por toda parte mesmo com o seu país quebrado

O cachorro que é Rei

Dezembro será o tira-teima dos traumas deixados pela eleição. Detesto dezembro. Primeiro, porque o Rio de Janeiro tem temperatura média de 39, 40 graus

Éramos felizes e não sabíamos

Nos tempos em que os brasileiros só queriam saber de samba, cerveja e futebol, as pessoas comentavam sobre a vitória do Flamengo

Fogo no museu e triste sina do Rio

O que diria agora a nobre Leopoldina ao ver sua casa em chamas? Duzentos anos de história transformados em cinzas?

CRÔNICAS DE COPACABANA: Márcia e Dr Bumbum, novas manias

Os doutores da estética do bumbum também estão em alta

A Copa do Mundo do STF e o Lick's

A população está mais ligada na politicado que na Copa do Mundo