ter?a-feira, 10 de dezembro de 2019
Colunistas / Crônicas de Copacabana
Nara Franco
O gurufim e a Pequena África

Bebemos o morto na Praça São Salvador, a República Lulista-Freixista-Esquerdopata carioca, que estava em êxtase com a soltura de Lula.

De volta ao Rock in Rio

Quebrei uma promessa de muitos anos de nunca mais ir a megashows e parti para a Cidade do Rock.

Crônicas de Copacabana: o mundo das Senhoras dos Absurdos

O problema hoje no Brasil e, especialmente no Rio de Janeiro, é que as Senhoras dos Absurdos se tornaram presidente, governador e prefeito.

O alvirubro suburbano de Castor

Nara Franco é jornalista

Crime do momento rouba a cena

Parece surrealismo, mas, são reais, casos verídicos

Crônicas de Copacabana: carne de sol da Chiquita

Ainda que o verão carioca seja eterno, uma comidinha dessas dá a sensação de estar em casa de fato e de direito.

Resistir como Alfredinho do boteco Bip-Bip

Dono de um dos botecos mais estimados do Rio pela boa música

Rio, uma cidade cansada e triste

Quando a tragédia acontece no quintal da sua casa, a dor parece mais intensa.

No Rio Surreal, lixeira vira freezer

A empresa Comlurb desenvolve uma série de atividade de reciclagem e conscientização que não chegam ao grande público.

A moda é ir à praia à noite

Os argentinos estão por toda parte mesmo com o seu país quebrado

O cachorro que é Rei

Dezembro será o tira-teima dos traumas deixados pela eleição. Detesto dezembro. Primeiro, porque o Rio de Janeiro tem temperatura média de 39, 40 graus

Éramos felizes e não sabíamos

Nos tempos em que os brasileiros só queriam saber de samba, cerveja e futebol, as pessoas comentavam sobre a vitória do Flamengo

Fogo no museu e triste sina do Rio

O que diria agora a nobre Leopoldina ao ver sua casa em chamas? Duzentos anos de história transformados em cinzas?

CRÔNICAS DE COPACABANA: Márcia e Dr Bumbum, novas manias

Os doutores da estética do bumbum também estão em alta

A Copa do Mundo do STF e o Lick's

A população está mais ligada na politicado que na Copa do Mundo

Greve e apocalipse das hortaliças

Em uma cidade com mais de 7 mil ônibus, não ter metade na rua faz muita diferença. Mais do que deixar prateleiras vazias, a greve mostrou nossa fragilidade política e logística

Cadê a Copa do Mundo?

Bati perna pelo comércio de Copacabana no último sábado e nem camisa falsificada do Brasil eu achei.

ENTENDA devoção a São Jorge, santo desprezado pela igreja

O santo guerreiro dos pobres reverenciado na zona Norte do Rio de Janeiro

Dona Ivone Lara e o Bip-Bip

O Bip-Bip e Alfredinho são a cara do Rio de Janeiro, uma cidade com características especiais no Brasil

As paixões politicas do Rio

Eu sou fiel às origens: ser mesmo, eu sou Vascão. E minha torcida só o time da cruz de malta tem. O resto .. é política.