ter?a-feira, 21 de novembro de 2017
Economia

ENGENHEIRA BAIANA RUTE CARVALHAL CONCORRE A PRESIDÊNCIA DO CREA-BA

Eleição dia 15 dezembro
Da Redação , Salvador | 13/11/2017 às 07:50
Rute e Joel
Foto:
 No próximo dia 15 de dezembro o Sistema Confea/Crea, composto do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia e dos respectivos Conselhos Estaduais (entidades que representam técnicos, tecnólogos e engenheiros), realiza eleições nacionais para os cargos de presidentes do Confea e dos Creas e Diretores Regionais das Caixas de Assistência dos Profissionais dos Creas (Mútua).
 
A grande novidade desta edição diz respeito ao elevado número de profissionais que se registraram para concorrer a uma das vagas disponíveis, apenas para o cargo de presidentes dos 27 Creas existentes no país se registraram 139 postulantes. O Estado da Bahia destaca-se com 8 candidatos, sendo 02 mulheres engajadas na disputa. Apenas a candidata engenheira civil Rute Carvalhal, que já participou de outras edições, acumula experiência na disputa.
 
Com posicionamento contrário a atual gestão do conselho, que já acumula 4 anos de mandato, a candidata Rute Carvalhal defende a mudança imediata da direção da entidade, em razão da inquestionável necessidade de oxigenação na principal instituição representativa da classe, trazendo assim novas visões de atuação em favor dos profissionais, das empresas e da sociedade baiana.
 
Na prática, a candidatura da engenheira Rute Carvalhal ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia - Seção Bahia,  apresenta o mesmo posicionamento oposicionista do engenheiro Joel Krüger, que concorre ao cargo de presidente do Confea - Conselho Federal de Engenharia e Agronomia. A dobradinha dos dois candidatos traz diversas propostas de mudanças, sobretudo, novos investimentos tecnológicos, uma gestão mais participativa, maior transparência e ética nas suas gestões.
 
O posicionamento assumido por Rute Carvalhal e Joel Krüger, como principais opositores as atuais gestões Federal e Estaduais, deve-se principalmente a insatisfação com a maneira com que vêm sendo conduzidos os conselhos regionais e nacional, descontentamento que também pode ser observado no grande número de candidatos que se apresentaram como oposição aos atuais gestores, que estão encerrando seus mandatos.