sexta-feira, 05 de mar?o de 2021
Cultura

DOM FRANQUITO lança livro de crônicas no Centro de Cultura da Câmara

Obra reúne crônicas sobre as andanças do personagem por 105 restaurantes ao redor do mundo
Limiro Besnosik , da redação em Salvador | 12/12/2013 às 22:21
Tasso Franco autografa seu novo livro para o deputado Zé Neto, líder da Maioria na ALBA
Foto: BJÁ

Jornalistas, vereadores, deputados e produtores culturais, entre outros profissionais, participaram da noite de autógrafos do livro “Dom Franquito – 105 restaurantes ao redor do mundo”, lançado pelo jornalista e escritor Tasso Paes Franco, diretor do BJÁ. O evento foi realizado no Centro de Cultura da Câmara de Salvador nesta quinta-feira,12.

A obra reúne crônicas de Dom Franquito, pseudônimo do jornalista Tasso Franco, em suas andanças pelo mundo da gastronomia. Em tom leve e bem humorado, ele dá sua opinião sobre a comida, o atendimento e a ambientação desses 105 restaurantes, espalhados pela Bahia (capital e interior), alguns estados brasileiros e cidades da Europa, Estados Unidos e América Latina.

Mas ninguém imagine encontrar receitas em suas mais de 200 páginas. Lá estão “dicas de locais onde se pode curtir a boa mesa, conduzir à larga uma prosa, praticar a conversa fiada e outros gostinhos”, como afirma o autor em uma das orelhas.

“Há também muita história, curiosidades, informações culturais e galanteios à senhora Bião de Jesus, esposa de Franquito, e seus hijos Agapito e Bolivia, além de citações a outros personagens como o Rasta do Pelô, Moreira, Clarindo, Pinheiro, Gordo, Sapo, Val, Bigode, Cohin o conselheiro Souza e assim por delante”.

Também na apresentação é feito “um convite para ir à mesa com humor, picardia, desejos, tendo como pano de fundo dicas gastronômicas. Hoje o mundo está tão globalizado que se aprecia um bacalhau à Lisboa sem atravessar o Atlântico, no Apipema; ou una vaca atolada, sem ir às Gerais, na Estrada do Coco”.

São quatro anos de crônicas, entre setembro de 2008, no Mini Cacique do galego Luis, a agosto de 2012, no Camarote do Nogueira, em Itapuã, ao lado do Marques de Placaford. Mas ele avisa que não é gourmet, sequer sabe cozinhar, exceto o básico de cada dia, mas sabe apreciar a boa mesa. Mas “é marrento e não aceita convites para bocas-livres”.