Colunistas / Cinema
Diogo Berni

Guardiões da Galáxia, ficção de boa qualidade

Sex Tape – Perdido na Nuvem, de Jake Kasdan, EUA, 2014. A comédia tem um trunfo que é o aparecimento inédito do bumbum da musa Cameron Diaz
06/09/2014 às 10:37
 Guardiões da Galáxia (Guardians Of The Galaxy), dirigido e roteirizado por James Gunn e com duas horas de duração, EUA, 2014; O filme é pretensioso no sentido de quere ser Um Star Wars ou Jornada nas Estrelas do Darth Vader contemporâneo , todavia falta para que chegue a esse posto. 

  Ademais a ressalva descrita, Guardiões da Galáxia pode ser classificado como um bom filme do gênero ficção cientifica. Na época do seu lançamento o filme conseguiu o topo das bilheterias nos EUA e após algum tempo no Brasil também durante duas semanas consecutivas em ambos os países. 

  Para um filme de ficção cientifica tenho que concordar que trata-se de um filme inovador para o gênero, fazendo deste um universo onde não é só permitido que Nerds gostem de filmes como esse, muito pelo contrário, em Guardiões da Galáxia enxergamos a quebra desse paradigma e o filme se faz interessante a qualquer tipo de público, de adultos a crianças passando pelos adolescentes, principalmente. A história se passa em uma galáxia distante da Terra onde temos seres híbridos ou mutantes se relacionando e produzindo com terráqueos que agora moravam fora do seu planeta. Mas tudo começa quando o protagonista Peter Quill, a serviço de um grupo de contrabandistas espaciais, invade um templo abandonado em um planeta morto e rouba uma esfera metálica com um objeto muito valioso em seu interior.

   Depois de muita perseguição, porrada, tiroteios laser e tiradas cômicas, Quill é jogado em uma penitenciária intergalática com a mortal Gamora (Zoe Saldaña), o grandalhão Drax (Dave Bautista), o guaxinim falante e pavio curto Rocky (voz de Bradley Cooper) e a árvore ambulante Groot (voz de Vin Diesel). Eventualmente, o grupo se une, foge e começa seu périplo para recuperar o tal objeto e, claro, salvar o universo. 

  O filme é uma aposta ousada da gigante Marvel que traz pela primeira vez um grupo obscuro das HQs que tem nitidamente verossimilhança com a famosa saga Star Wars; Agora é aguardar se esse Star Wars contemporâneo cai no gosto do público, creio que não, principalmente aos mais fiéis a Darth Vader. 
                                                                       ****
   Sex Tape – Perdido na Nuvem, de Jake Kasdan, EUA, 2014. A comédia tem um trunfo que é o aparecimento inédito do bumbum da musa Cameron Diaz, entretanto somente tal trunfo não consegue segurar o filme como um todo, mas também não podemos afirmar que o filme é uma “bomba”, não: pelo contrário; 

  A comédia estadunidense é contemporânea no sentido em mostrar como casais recém casados procuram formulas para não deixarem suas relações caírem na rotina, ou seja, no marasmo. É por esse víeis ou pensamento que o casal interpretado por Cameron Diaz e Jason Segel grava um vídeo de sexo para apimentar a vida sexual do casal.

 O que o casal modelo não esperava é que o intimo vídeo se virilizasse perpassando de tablets a tablets que o marido vendia ou presenteava aos amigos. A comédia acontece com a busca do casal em querer recuperar todos esses tablets presenteados ou vendidos pelo marido para conseguir apagar o vídeo intimo de três horas. Após muitas enroscadas o casal consegue recuperar os tablets comprometedores, mas só que não esperavam que ainda faltasse uma cópia do inescrupuloso vídeo e tal cópia estaria em mãos de uma criança piraçenta que queria uma recompensa de trinta e cinco mil dólares. O casal não aceita o suborno do garoto e decidem invadir a central do site pornográfico em que o garoto ameaçava em colocar o vídeo; Terrível escolha a deles: 

  Invadindo o local se colocaram em mais encrencas e ainda agora levando seus dois filhos pequenos. No fim tudo se ajeita e a família modelo estadunidense volta as suas trilhas normais de vida. Sex Tape – Perdido na Nuvem ( ou na rede ) pode ser classificado como um filme que não pode ser levado muito a sério, até mesmo trata-se de uma comédia, então deixe-se levar e ria junto com as trapalhadas desse casal politicamente correto que comete um deslize. 
                                                                               ****
   Hercules, de Brett Ratner, EUA, 2014. “Porque assistir a filme ruim é bom pra caramba!”. Por esse slogan criado por quem coloca as legendas nos dvds piratas já podemos, sem susto, definir a obra cinematográfica. Sem nenhuma dúvida estamos resenhado um filme de segunda categoria, e isso para não colocá-lo em uma terceira ou quarta. 

  Não se trata de nenhuma anti-propaganda, mas sim de fatos: o filme deixa a desejar em todas as nuances fílmicas importantes, entretanto se ainda assim alguém queira ver, depois diga que não avisei, pois quem avisa amigo é. 

  Sem mais delongas o que vimos a se propor a ser um enredo de um filme é basicamente de um reino ser traído por um dos seus homens de confiança e este ser um sociopata.

  O que temos no filme é a traição de um soldado de alta patente ao seu rei, o assassinando e a sua esposa, a rainha do reino. Como auto-proclamado novo soberano o soldado começa a colocar uma nova constituição ao seu reinado, que era de matar quem quer que fosse contra suas leis e loucuras megalomaníacas. Com o caos imperando sobre a cidade os mais valentes guerreiros do vilarejo decidem recorrer a uma lenda, e intitulada como lenda não sabiam se era verdade ou mentira, mas naquela altura era a única pessoa que podiam recorrer. 
 Tratava-se de Hercules: Um homem que era conhecido como um semi-Deus, ou seja, fruto de humano (a) com Deuses (as). O que se sabia era que Hercules tinha salvo já alguns reinos na mesma situação, ou seja, com reinos sob o poder de impostores soberanos ilegítimos. Entretanto o que não se sabia era o paradeiro do ser
mitológico metade homem e metade Deus, mas como não tinham outra opção foram então procurá-lo. E acharam numa situação estranhíssima com o tal Hercules mergulhado no vinho sem eira nem beira; Por um momento duvidaram que aquele ser “entregue as baratas” seria o grandíssimo Hercules. E o filme se desenrola nesse dilema: De acreditarem ou não quem era Hercules e se aquela pessoa que se auto intitulava como ele o seria de fato. Mesmo sem acreditarem o grupo leva o bêbado para a cidade para lutar contra o novo rei. Eis que como uma fênix Hercules surge e mata o rei fajuto e coloca a nova ordem no reinado. Conhecem o termo “cilada”? Este pode sintetizar bem o filme, existe coisa bem melhor passando nos cinemas.