segunda-feira, 24 de julho de 2017
Cultura

LAURO JARDIM mostra como se faz jornalismo no país da patrulha (TF)

É provável que, doravante, alguns segmentos entendem o que é jornalismo
Tasso Franco , da redação em Salvador | 18/05/2017 às 11:00
Lauro Jardim
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    Existe jornalismo imparcial? Não. Existe jornalismo? Sim. O furo dado pelo jornalista Lauro Jardim, de O Globo, mostra isso, claramente.

   Os petistas e seus agregados do PCdoB, do PSB e do PSOL e 'intelectuais' ditos de esquerda adoram criticar as organizações Globo, especialmente a TV, pois, fazem de conta que não entendem o que é jornalismo.

   Alias, entendem, desde que o jornalismo esteja a serviço deles e dos seus partidos. A noticia, no jornalismo, se impõe. Isso é irrefutável. A nota de Lauro Jardim, curta, objetiva, se transformou num tsunami com seus desdobramentos pela midia.

   O jornalismo é isso. Não tem fronteiras. Não tem donos. É impossível conter a força de uma noticia por mais desmentidos que possam ocorrer.

   Na Bahia também é assim. Nós do Bahia Já, sofremos muito por fazermos jornalismo. Só isso. Somos discriminados pela midia institucional de governos e não reclamamos disso porque de nada adianta. O pouco que fazemos é apenas jornalismo.

   Assisto na Assembleia Legislativa com frequências atraques de deputados da base governista a Rede Globo. Ataques irados, incosequentes, sem lógica. A Globo, a Folha de SP e eventualente ao Estadão. 

   É provável que, com o furo de Lauro Jardim, passem a entender o que significa jornalismo. Nas redes sociais até Lula, que tanto critica a imprensa livre, surfa na onda 'jardiniana' postando fotos de Moro com Temer e Aécio. Outros tantos da patrulha, já chamam os comentarfistas da Globo News de 'patetas'.

   O jornalismo, já disse acima, não é imparcial. Mas, é muito dificil de ser entendido. 

    O jornalismo não comporta conselhos, censuras, autocontrole.

   O jornalista que cuida da noticia, seu principal produto de trabalho, não tem partidos, não tem esquerda; nem direita. Não tem amigos politicos, nem no judiciário, nem no executivo.

   O jornalista tem fontes e a suprema dedicação a noticia. Foi isso que Lauro Jardim fez ao expor a soberana noticia. (TF)